
Título: Amputação Afetiva de Nós
Autor: Leonardo Triandopolis Vieira
Sinopse: Uma distopia subdesenvolvida, um realismo fantástico subnutrido, uma novela confessional desalentada. Uma periferia da ficção construída na periferia de um país periférico e cada vez mais isolado da civilização. De civilização. Uma pré-história, porque, mesmo com algum passo avante, retrocedemos. Aniquilamos a história. Sem culpa ou memória, livres para repetirmos todos os erros que cometemos e fazemos questão de não lembrar, porém, com as bençãos de um anacronismo descarregado, tecnologia e (é) barbárie. Amputamos (queremos acreditar que nos amputaram) o afeto de nós. Logo o afeto, um órgão vital. Que bom que essa história não é sobre mim ou sobre você, é, sim (por que não?), sobre uma mística ilha, paraíso da democracia e da liberdade, ínsula soberana, chamada Hy-Brasil. A presente edição enriquece a experiência de leitura com a inclusão de um capítulo apócrifo e um guia de chaves, um convite para investigar as profundezas desta obra provocativa e instigante.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Amputação Afetiva de Nós”, de Leonardo Triandopolis Vieira, publicado pela editora Não Sou Uma Editora, em 2024 e com 220 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Não Sou Uma Editora
Páginas: 220
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6501061741
ISBN13: 9786501061740
Sobre a editora
Os livros da editora Não Sou Uma Editora conduzem o leitor a universos onde o imaginário se mistura com o místico, o histórico e o experimental. A experiência de leitura varia entre narrativas densas e simbólicas, como adaptações de obras clássicas para contextos brasileiros, e textos que exploram o oculto e o esotérico com linguagem ritualística. O catálogo apresenta também trabalhos que desafiam formatos tradicionais, combinando prosa e poesia em experimentações formais. O tom é frequentemente carregado de mistério e simbolismo, com ambientações que vão do Sertão brasileiro a cidades etéreas e realidades distópicas. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que dialogam com o fantástico, o histórico e o metafísico, sempre com um ritmo que privilegia a reflexão e a imersão.
