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ANTIGOS CAMINHOS QUEER

Título: ANTIGOS CAMINHOS QUEER

Autor: Xiang Zairong

Sinopse: A pesquisa do professor, curador e escritor Zairong Xiang tem sido pautada pelo que ele mesmo costuma chamar de práticas de ensino e curadoria com cosmologia e cosmopolitanismo. Partindo de uma complexa diversidade cultural, especificidades históricas e escrituras em inglês, espanhol, francês, chinês e nahuatl, a obra de Zairong apresenta um viés muitíssimo original. Se, à primeira vista, o seu ecletismo ex-cêntrico pode soar um pouco enigmático, lendo os seus textos e ouvindo suas palestras, tudo parece fazer sentido, especialmente em um país como o Brasil, onde a promiscuidade cultural tem sido sempre um ponto de partida inevitável. O principal argumento de Zairong é que o colonialismo tem afetado as traduções de culturas não ocidentais antigas, na tentativa de fortalecer os seus próprios paradigmas. - Christine Greiner

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “ANTIGOS CAMINHOS QUEER”, de Xiang Zairong, publicado pela editora N-1 edições, em 2024 e com 270 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: N-1 edições

Páginas: 270

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6561190114

ISBN13: 9786561190114

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,300
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 3,00

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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