
Título: Antropologia da Academia: quando Índios Somos Nos
Autor: Immanuel Kant
Sinopse: Nesta obra, também indicada como um material didático para novos estudantes de Antropologia, Roberto Kant de Lima discute algumas questões ligadas ao colonialismo cultural, usando como exemplo sua experiência pessoal como estudante nos Estados Unidos. No livro, já em sua terceira edição, revista e ampliada, o autor propõe o debate em torno da concepção da Antropologia como uma disciplina voltada para a compreensão dos problemas enfrentados pela sociedade que a originou, realizada através do método comparativo. A partir daí, procura desvendar como as diferentes formas que a dominação intelectual ou cultural reveste em diversas sociedades, e mesmo dentro de uma mesma sociedade. Afirma Kant de Lima, no prefácio, que "a dominação não pode ser vista como determinada apenas por sua forma mais evidente, a econômica, o que pode levar à conclusão ingênua de que sua supressão pode ser alcançada com uma produção e tecnologia independentes. São muito mais sutis os caminhos do poder, e cabe a nós, antropólogos, explicitá-los como parte da vivência diária de nossas pesquisas".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Antropologia da Academia: quando Índios Somos Nos”, de Immanuel Kant, publicado pela editora EdUFF, em 1997 e com 67 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EdUFF
Páginas: 67
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8522802106
ISBN13: 9788522802104
Sobre a editora
Os livros da editora Eduff convidam a uma imersão em temas que transitam entre história, cultura e ciências sociais, com leitura que oscila entre o rigor acadêmico e a clareza acessível. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram processos históricos, identidades culturais e questões sociais, muitas vezes com foco no Brasil, mas também com olhares transnacionais. O tom varia entre análises detalhadas e relatos que trazem um ritmo que equilibra densidade conceitual e fluidez, favorecendo tanto o leitor especializado quanto o público interessado em aprofundar conhecimentos. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a pesquisa acadêmica, mas que não deixam de lado a dimensão humana e social dos temas tratados.
