
Título: Apolônio, o multiplicador
Autor: Samuel Matos
Sinopse: em Apolônio, o multiplicador, tento reproduzir (conforme me contou) a história desse personagem (e dessa personalidade) em suas andanças num Brasil marcado por garimpos, jagunços, ignorância, religião e desmandos nas terras do Maranhão, Pará, Goiás e Piauí, como se percebe nos primeiros capítulos do livro. Nos capítulos subseqüentes, acerca do Rio de Janeiro, observa-se sua experiência com o “progresso” da industrialização, somado à presunção da “civilização do cacau”, no Sul da Bahia. Como pano de fundo, há as disputas de poder entre católicos e protestantes, conflitos entre religiosidade e liberdade, ostentação e sabedoria, fartura e miséria, diferentes formas de luta pela vida e pelo respeito ao que se é.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Apolônio, o multiplicador”, de Samuel Matos, publicado pela editora editus, em 2011 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: editus
Páginas: 196
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574552259
ISBN13: 9788574552255
Sobre a editora
Os livros da editora EDITUS convidam a uma imersão em temas que transitam entre cultura regional, história e educação, com uma atenção frequente às especificidades do sul da Bahia e suas expressões sociais. A experiência de leitura tende a ser densa e reflexiva, com textos que articulam perspectivas acadêmicas e narrativas que valorizam o contexto histórico-cultural. O catálogo apresenta obras que mesclam abordagens investigativas, como análises sobre patrimônio cultural e turismo, com relatos e reflexões sobre memória, filosofia e direito. Há um equilíbrio entre publicações mais teóricas e outras que trazem um tom narrativo e lírico, especialmente nas descrições de personagens e contextos locais, o que amplia o alcance para leitores interessados tanto em estudos críticos quanto em histórias com carga afetiva.
