
Título: Aprender a Rezar na Era da Técnica
Autor: Gonçalo M. Tavares
Sinopse: Aprender a rezar na Era da Técnica fecha a tetralogia O Reino, dos "livros pretos" (como os define o próprio autor), uma das mais singulares e impactantes realizações atuais da literatura em língua portuguesa. A ação se passa em um país indeterminado, num período de paz que guarda, porém, memória viva de tempos de combate. Obcecado pela figura paterna, o médico Lenz Buchmann toma providências para se tornar o substituto do patriarca. Depois de adquirir grande reconhecimento como médico, percebe que precisa aumentar o alcance de sua competência. No velório do seu irmão mais velho, ele toma consciência de que sua técnica deve ser usada para curar não apenas indivíduos, mas também a cidade. Ele ingressa no Partido e se torna homem de confiança do candidato à presidência. Aprender a rezar na Era da Técnica traz as mesmas características formais das obras anteriores do autor. O romance é formado por capítulos curtos, escritos em um estilo ao mesmo tempo sóbrio e sombrio, que em tom de naturalidade descreve ações de alto teor de perversidade e surpresa - sem no entanto apelar ao efeito fácil da violência.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Aprender a Rezar na Era da Técnica”, de Gonçalo M. Tavares, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2008 e com 360 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 360
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535913300
ISBN13: 9788535913309
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,439
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
