
Título: Aquele Tombo Que Eu Levei
Autor: Toni Brandão
Sinopse: Você já levou algum tombo? Estou falando de tombo TOMBO, não de escorregãozinho. Já levou? Eu já levei. Foi num domingo. Mas começou num sábado e só foi acabar na outra sexta-feira. Eu explico: Era sábado… Assim, o narrador-personagem, Guto, um garoto de doze anos, o melhor skatista do prédio e do bairro, prende a atenção do leitor do começo ao fim. Conta, de forma espontânea e original, sobre o maior tombo de sua vida, sobre sua paixão pelo skate, sobre sua autoconfiança abalada, sobre competições e sobre seu namoro com Sofia. A narrativa, criada por Toni Brandão, flui leve e rápida, no ritmo deste esporte radical e tem conquistado ao longo do tempo muitos leitores.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Aquele Tombo Que Eu Levei”, de Toni Brandão, publicado pela editora Global Editora, em 2013 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 64
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526018116
ISBN13: 9788526018112
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,090
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
