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Aracy de Almeida. Não Tem Tradução

Título: Aracy de Almeida. Não Tem Tradução

Autor: Eduardo Logullo

Sinopse: Jurada de programa de calouros, cantora de prestígio, principal intérprete de Noel Rosa, frequentadora das altas rodas da malandragem e do high society carioca. Este livro apresenta a história de Aracy de Almeida em suas próprias palavras. São trechos de entrevistas e programas de TV, além de depoimentos de alguns dos principais nomes da cultura brasileira, como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Elza Soares, Ary Barroso, Carmen Miranda, Mario de Andrade, entre tantos outros. Nascida em 1914, no Encantado, subúrbio do Rio, Aracy de Almeida estreou no rádio na década de 1930 e logo tornou-se uma das principais vozes do samba carioca. Nos anos 1970, migrou para a TV e ficou nacionalmente famosa como jurada dos programas Cassino do Chacrinha e Show de Calouros, do Silvio Santos. Com seu jeitão rabugento e desbocado, figurino inconfundível (botas, calças compridas e camisa social) e frases de efeito, Aracy tornou-se um ícone da cultura popular brasileira.

Contexto da obra

Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Aracy de Almeida. Não Tem Tradução”, de Eduardo Logullo, publicado pela editora Veneta, em 2014 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.

Editora: Veneta

Páginas: 216

Ano: 2014

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8563137301

ISBN13: 9788563137302

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,322
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,70

Sobre a editora

Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.

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