
Título: Aristóteles e o Lógos: Contos da fenomenologia comum
Autor: Barbara Cassin
Sinopse: O que emerge ainda hoje da filosofia de Aristóteles em face das questões que enfrentamos? Aristóteles é o paradigma do fenomenologicamente correto. E correto não apenas na facilidade ontológica de dizer o mundo tal qual ele é: fenomenologia em que as coisas, as afecções da alma e os sons da voz coincidem naturalmente. Correto também, praticamente, porque os seres humanos que ele nos descreve vivem num mundo comum, poética e politicamente apresentável. Diante disso, Bárbara Cassin interroga essa bela imagem a partir das inconsistências e dos hiatos que Aristóteles, por muito honesto, não busca esconder. Dizer o mundo? Mas e o salto entre o que sentimos e o que dizemos, entre a lógica da sensação e a da sentença? Falar em homem? Mas e os homens, os sofistas, os escravos, as mulheres? Isso não vai dar certo. Ao tomar o logos como o fio condutor, vê-se Aristóteles a trabalhar, ao mesmo tempo, com e contra os saltos e as passagens que a língua grega autoriza, língua que desde sempre se classificou rapidamente como fenomenológica. E desse modo Aristóteles se permite deixar contar menos pelos contos da fenomenologia ordinária.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Aristóteles e o Lógos: Contos da fenomenologia comum”, de Barbara Cassin, publicado pela editora Edições Loyola, em 1999 e com 244 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 244
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515018314
ISBN13: 9788515018314
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
