
Título: Arquitetura e Teorias
Autor: João Rodolfo Stroeter
Sinopse: Os arquitetos pioneiros do Movimento Moderno pregavam que forma e função devem ser tratadas como coisa única, resultando uma verdade, que é a arquitetura. "A forma segue a função" é o dogma central da teoria e da estética do Movimento Moderno, mas esse tom da estética funcionalista nem sempre foi a base da arquitetura de épocas passadas (nem hoje, do pós-modernismo). Para poder entender, apreciar e julgar múltiplas maneiras pelas quais forma e função interagem é preciso estabelecer, antes de mais nada, uma distinção entre função utilitária e função simbólica. É o que procura fazer esete livro, ao analisar a teoria funcionalista (particularmente no Movimento Moderno) e ao estudar a arquitetura como forma de linguagem, colocando em alguma evidência a questão do significado. Assuntos tais como tradição, método, estilo, moda, ornamento e o surgimento do pós-modernismo são usados como pano de fundo para a discussão do tema central do livro: funcionalismo, linguagem e teoria (teoria aqui entendida etimologicamente como contemplação).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arquitetura e Teorias”, de João Rodolfo Stroeter, publicado pela editora STUDIO NOBEL, em 1986 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: STUDIO NOBEL
Páginas: 210
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8521304285
ISBN13: 9788521304289
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
