
Título: Arquiteturas De Vento Frio
Autor: Walther Moreira Santos
Sinopse: Nesta época contemporânea o que importa é a diversidade. Ao lado de poetas que cultivam o hermetismo e o ultra cerebralismo, há poetas como Walther Moreira Santos que elegem os assuntos do dia a dia, tratando-os com palavras simples. O que não quer dizer que fuja das contradições. Até porque seus temas, embora cotidianos, são muitas vezes ásperos: “na bela cidade onde moro/ há uma bala – na agulha – guardada para cada homem, mulher e cada criança”. Para o poeta, não é opção uma postura passiva, é preciso reinventar tudo. Principalmente o amor. E se pergunta, agudo: “Por que este coração nos dentes, agora?” E é preciso, também, insistir, porque “ser homem é suportar/ a horrível sentença/ de aguentar até o fim”. E até “para esquecer,/ a coragem não basta”. Enfim, nos ensina o poeta em Arquiteturas de vento frio, é com palavras simples que se atinge a complexidade da vida.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Arquiteturas De Vento Frio”, de Walther Moreira Santos, publicado pela editora Cepe, em 2017 e com 65 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Cepe
Páginas: 65
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578585194
ISBN13: 9788578585198
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Cepe costumam oferecer uma imersão profunda na história e cultura de Pernambuco e do Nordeste, com abordagens que combinam rigor acadêmico e diálogo acessível com o leitor. A leitura frequentemente envolve narrativas que exploram acontecimentos históricos, movimentos culturais e personalidades regionais, trazendo à tona aspectos pouco conhecidos ou silenciados pela produção editorial tradicional. Além disso, há uma presença marcante de obras que transitam entre a literatura experimental e a poesia, com linguagens que desafiam formatos convencionais e exploram a memória e a subjetividade. O catálogo revela, assim, um equilíbrio entre textos mais informativos e ensaísticos e outros que privilegiam a construção literária e a reflexão estética.
