
Título: Arsène Lupin - La barre-y-va
Autor: Maurice Leblanc
Sinopse: En plein pays de Caux, non loin de l’embouchure de la Seine, le manoir délabré de La Barre-y-va est le théâtre d’événements mystérieux et terribles. Catherine Montessieux, la jeune fille qui en est l’héritière, ne retrouve plus à leur place ses arbres favoris. Une vieille à demi folle l’avertit d’un péril qu’elle ne peut préciser. Un assassinat est perpétré devant témoins au milieu du parc… Appelé au secours, Arsène Lupin – ici Raoul d’Avenac – quitte aussitôt sa luxueuse garçonnière parisienne. Une vieille connaissance l’attend là-bas : le brigadier Béchoux, celui de La Demeure mystérieuse et de L’Agence Barnett et Cie. Et, pour un seul regard de la ravissante Catherine, l’aventurier devenu détective va entreprendre de résoudre la plus inextricable des énigmes…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arsène Lupin – La barre-y-va”, de Maurice Leblanc, publicado pela editora Le livre de Poche, em 1967 e com 191 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le livre de Poche
Páginas: 191
Ano: 1967
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2253007005
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
