
Título: As cartas de Hammurabi
Autor: Emanuel Bouzon (org.)
Sinopse: Neste livro são editadas, com introdução histórica e comentários filológicos, as 153 cartas - todas até hoje conhecidas - do rei Hammurabi, fundador da primeira dinastia babilônica, quie reinou entre os anos 1792-1750 a.C. A tradução apresentada foi feita diretamente do texto cuneiforme, cujo original foi conservado em tabletes de argila espalhados, hoje, em diversos museus da Europa e dos EUA. Estas cartas são, em sua maioria, dirigidas a Sin-iddinam e Samas-hazir, dois altos funcionários da administração hammurabiana na província de Larsa. Sua temática é político-administrativa e abrange uma gama bastante diversificada de assuntos, como problemas de irrigação, de navegação, de administração de terras, de distribuição de lotes em pagamento por serviços prestados, casos de disputas acerca da posse de campos, tributação, serviço militar, problemas de administração pública, etc.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As cartas de Hammurabi”, de Emanuel Bouzon (org.), publicado pela editora Vozes, em 1986 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 240
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
