
Título: As Construções Existenciais em Foco
Autor: Elisângela Gonçalves
Sinopse: Na obra, discute-se os verbos que compõem construções existenciais, seja sincrônica, seja diacronicamente. Este livro mostra que existem diversas possibilidades de estudos em torno desse fenômeno linguístico, sob diferentes aportes teóricos, bem como numa perspectiva histórica ou considerando um determinado recorte de tempo. Nesta congregação de textos inéditos, linguistas versam sobre a realização das construções existenciais no português em contextos como a idade média, as relações entre os verbos “ter” e “haver”, sempre destacando as diferenças entre o português europeu e brasileiro.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “As Construções Existenciais em Foco”, de Elisângela Gonçalves, publicado pela editora EDUFBA, em 2019 e com 217 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: EDUFBA
Páginas: 217
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8523217037
ISBN13: 9788523217037
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Edufba apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo rigor acadêmico, que se traduz em obras que transitam entre a análise histórica, a reflexão cultural e a investigação social. O catálogo reúne desde narrativas que valorizam a cultura regional, como a vida rural e festas populares, até estudos críticos sobre temas como direito, economia e linguística. A linguagem varia entre o acessível e o técnico, com textos que ora privilegiam o diálogo e o relato, ora a exposição teórica e metodológica, oferecendo um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto didático. Essa variedade sugere um público leitor interessado em aprofundar conhecimentos em áreas específicas, sem abrir mão de abordagens que dialogam com a realidade local e contemporânea.
