
Título: As larvas azuis da amazônia: Novela
Autor: Edgard Telles Ribeiro
Sinopse: Daniel, Débora, Tomás e Elizabeth. Quatro pessoas convivendo numa mesma casa e entre elas uma corrente inesperada de afetos, culpas, desvios, mistérios e traições. Como se lançasse mão de um poderoso microscópio, o narrador de As larvas azuis da Amazônia se debruça sobre o cotidiano de uma família, amplificando cada demora, cada nuança, cada silêncio com a mesma obsessão de quem estuda uma colônia de insetos.Cosmos em miniatura ou miniatura elevada a proporções cósmicas, este é um livro inquietante, repleto de espelhamentos e reverberações, cujos enigmas sucessivos nos convocam a múltiplas leituras, numa visão inusitada da existência.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “As larvas azuis da amazônia: Novela”, de Edgard Telles Ribeiro, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 104
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571645310
ISBN13: 9788571645318
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,137
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
