
Título: As Mulheres da Casa do Tigre
Autor: Marion Zimmer Bradley
Sinopse: Merina é uma próspera cidade onde reinam as mulheres da Casa do Tigre. De linhagem antiga, mantêm o equilíbrio na cidade, conciliando os interesses económicos e mantendo vivo o culto da Deusa, cuja relíquia, o Coração, se encontra no Grande Templo. Mas uma forte ameaça paira sobre a cidade. O imperador Balthasar aproxima-se com o seu poderoso exército e Merina não tem qualquer possibilidade de lhe fazer frente. Com ele vem também o mago Apolon, um servidor das Trevas que busca apoderar-se da relíquia e de todo o seu poder. É nestas circunstâncias que as mulheres da Casa do Tigre planeiam a defesa da cidade. Apenas a sua coragem se interpõe no caminho do imperador e do seu triunfo: a rainha-mãe, Adele, fará uso dos poderes espirituais e mágicos de que dispõe; Lydana, a rainha reinante, organizará a resistência armada; e a princesa herdeira, Shelyra, será os «olhos e os ouvidos» da resistência fazendo valer uma antiga aliança com os ciganos.Em As Mulheres da Casa do Tigre, Marion Zimmer Bradley abre aos leitores as portas de um reino de maravilhas e horrores, de conquista brutal, magia e transformações milagrosas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Mulheres da Casa do Tigre”, de Marion Zimmer Bradley, publicado pela editora Difel, em 2008 e com 548 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 548
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722909126
ISBN13: 9789722909129
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
