
Título: Novos Contos Romanos
Autor: Alberto Moravia
Sinopse: Trata-se da crônica da Roma moderna, com sua galeria de personagens extremamente humanas, algumas das quais poderiam ser encontradas nas esquinas da São João à tardinha, tentando aplicar os seus golpes nos menos avisados, esses também personagens tocantes. Assim, ora é um que vai cobrar dos incautos um seguro inexistente, ora é um outro, investigador improvisado perseguindo a pessoa errada, ora um terceiro que conseguiu a muito custo montar seu negocinho e vencer na vida e se admira com o ressentimento dos amigos de antigamente. Ora são as mulheres, provocantes e interesseiras, que decepcionam, deixando na mão os ingênuos apaixonados. São sempre os lugares típicos de Roma, as praças, as ruas, com seu encanto imperecível, já histórias por si mesmas, palcos de cantoria, de comércios escusos, de encontros fortuitos. Serpenteando por Roma, o tibre de águas turvas e misteriosas em pleno siroco carrega em suas vagas a esperança.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Novos Contos Romanos”, de Alberto Moravia, publicado pela editora Difel, em 1959 e com 431 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 431
Ano: 1959
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
