
Título: As sereias de Haarlem
Autor: Felipe Pan
Sinopse: Durante a ocupação nazista nos Países Baixos, três jovens holandesas - Hannie Schaft e as irmãs Truus e Freddie Oversteegen - se unem ao Conselho de Resistência para sabotar planos alemães e eliminar colaboradores nazistas. Usando sua juventude e aparência inofensiva, elas atraem suas vítimas para emboscadas fatais em florestas, ao mesmo tempo em que realizam ousadas operações de sabotagem contra a máquina de guerra nazista. Baseado em eventos reais, As Sereias de Haarlem é uma ficção histórica sobre coragem, sororidade e a transformação de jovens mulheres comuns em combatentes destemidas, determinadas a lutar contra o terror nazista e os traidores que ameaçam seu povo. Entre dilemas morais, traumas e sacrifícios, essas três adolescentes se tornam ícones da resistência feminina, carregando o fardo de suas escolhas em nome da liberdade. Com roteiro de Felipe Pan (Gioconda, O Menino Rei) e arte de Giovanna Guimarães (Besouro Verde, O Irmão do Jorel), As Sereias de Haarlem oferece uma poderosa reflexão sobre o custo da resistência, o peso das escolhas em tempos sombrios e o papel fundamental das mulheres na história da luta pela liberdade
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As sereias de Haarlem”, de Felipe Pan, publicado pela editora Nemo, em 2024 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nemo
Páginas: 136
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8582866305
ISBN13: 9788582866306
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
