
Título: Stray Toasters - Torradeiras Assassinas
Autor: Felipe Pan
Sinopse: O reino de Kemet está em convulsão. Com as inúmeras transformações realizadas pelo faraó Akhenaten, os antigos deuses foram deixados de lado, cedendo lugar ao culto central de uma única divindade – o disco solar, Aten.Com a morte do faraó, no entanto, o destino de Kemet cai nas mãos de seu filho, o pequeno Tutankhaten. Agora, o jovem faraó terá de fazer uma difícil escolha: descartar o legado de seu pai ou desafiar as inúmeras forças que desejam arrancá-lo do posto mais poderoso do mundo.O Menino Rei é uma jornada visual arrebatadora pelo Antigo Egito. Misturando história, mitologia e imaginação, Felipe Pan, Olavo Costa e Mariane Gusmão viajam pelo turbilhão de eventos que marcaram a 18ª dinastia egípcia em uma narrativa extremamente rica e profunda – perfeita para celebrar o centenário do descobrimento do túmulo do protagonista de sua história: o misterioso faraó Tutankhamun.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Stray Toasters – Torradeiras Assassinas”, de Felipe Pan, publicado pela editora Nemo, em 2022 e com 160 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Nemo
Páginas: 160
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582865643
ISBN13: 9788582865644
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
