
Título: As Três Irmãs
Autor: Camilo Castelo Branco
Sinopse: A leitura dalguns romances de Emílio Souvestre, e a suavidade meditativa que me eles deixaram no ânimo, induziram-me a escrever um arremedo daquele género que tantas simpatias conquistou entre infelizes. Nunca, verdadeiramente, romancista algum conseguira, nem sequer tentara, brindar os seus leitores com romances dignos de se enfileirarem nas estantes dos Evangelhos, e dos melhores autores clássicos em vã e religiosa filosofia. Emílio Souvestre emparelhou com Flanklin: um moralizou cristãmente sua própria vida; o outro aformosentou as suas ficções com as mais recendentes flores do cristianismo. Encantado dos efeitos da boa alma e grande engenho do romancista francês, escrevi As Três Irmãs; e, posto que os méritos se distanciassem descompassadamente, se houvéssemos de confrontar o meu romance com o Filósofo nas Águas Furtadas, ainda assim, eu não me descontentei da minha tentativa, e alguma pequena parte do público ma recebeu com benevolência e estimação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Três Irmãs”, de Camilo Castelo Branco, publicado pela editora Edições Vercial, em 2013 e com 185 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Vercial
Páginas: 185
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Vercial costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor crítico e atenção à tradição literária portuguesa e ibérica. O catálogo privilegia obras que exploram temas históricos, sociais e literários com uma linguagem que varia entre o ensaio acadêmico e a narrativa poética ou dramática. A leitura desses livros frequentemente envolve uma imersão em contextos culturais e históricos detalhados, com textos que vão do tom reflexivo e didático ao humor sutil e à crítica social. Há uma presença marcante de obras que abordam a literatura clássica, a história municipal e a poesia cultista, o que sugere um público interessado em aprofundar conhecimentos e refletir sobre a cultura lusófona. O ritmo das obras pode ser mais contemplativo, com foco em análises e descrições cuidadosas, ou mais dinâmico, como nas peças teatrais que apresentam conflitos sociais e familiares.
