
Título: Até as Coisas Mais Rasteiras
Autor: Michell Foitte
Sinopse: Uma ponta gasta que só poderia ser vista com certa proximidade. A ponta gasta pelas bicudas nas quinas dos móveis, nos tropeços indesejados nas pedras e calçadas irregulares, ou talvez, um pé que insistia em encontrar as coisas mais rasteiras. O Autor “Você vai escrever isto?” Essa pergunta fazia referência a um texto que iria publicar e o censurador do “isto” era ninguém menos que minha mãe, o ser que em boa parte da minha vida disse-me (e circunstancialmente ainda diz) variados tipos de nãos. “Não sacaneie com seu irmão”, “não gire os ponteiros do relógio de pulso ao contrário”, “não se masturbe usando as meias”. O não a “isto” não era indefinido, apenas irônico, relativo e assertivo a própria jocosidade e humor daquelas linhas que ela lia e ria, rasteiramente, de maneira debochada a pergunta lançada. Michell Foitte é autor dos livros Versos em Você (Dioesc, 2011) e Inverno do Sol (Insular, 2016). Psicólogo do Centro Especializado em Aconselhamento e Prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis do município de Palhoça, Santa Catarina. Acabamento: Brochura. Peso: 435g. Dimensões: 21 x 15 x 1.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Até as Coisas Mais Rasteiras”, de Michell Foitte, publicado pela editora Insular, em 2020 e com 320 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Insular
Páginas: 320
Ano: 2020
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9786599024641
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
