
Título: Atlas. Hilal, Sami, Hilal
Autor: Sami Hilal Hilal
Sinopse: O artista de origem síria assina instalação formada por esculturas em formato de livro a qual denomina Atlas. Entre as peças, o destaque fica por conta exatamente de um atlas com 90 x 2,80cm, composto por 62 páginas de celulose de algodão. As demais obras têm ´folhas´ constituídas de cobre e alumínio. A intenção é despertar sensação de ilusão no espectador. Em conjunto com paredes vestidas de doze monotipias, o acervo direciona o público à representação do mundo como uma biblioteca, garante o curador Jorge Schwartz. Ele selecionou os trabalhos, todos feitos nos anos 2000, juntamente com Marcelo Monzani e organizou o catálogo.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Atlas. Hilal, Sami, Hilal”, de Sami Hilal Hilal, publicado pela editora Imprensa Oficial do Estado, em 2010 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Imprensa Oficial do Estado
Páginas: 200
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8570608802
ISBN13: 9788570608802
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 1,400
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 28,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Imprensa Oficial do Estado apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade entre obras que transitam entre o memorialismo poético e o rigor documental. O catálogo reúne desde coletâneas de poemas com evocações locais e tratamento gráfico cuidadoso, até estudos aprofundados sobre arquitetura militar e análises históricas de instituições brasileiras. Há também registros visuais e narrativos que exploram paisagens naturais e culturais, como fotografias de árvores centenárias e pinturas da Amazônia, evidenciando uma atenção especial à memória e à identidade regional. O tom das obras varia entre o ensaístico, o didático e o evocativo, com textos que ora convidam à reflexão histórica, ora à contemplação estética. Essa combinação sugere um público leitor interessado em temas culturais, históricos e artísticos, com uma abordagem que privilegia tanto a pesquisa detalhada quanto o resgate afetivo.
