
Título: Auto-de-fé (Ficção Traduzida)
Autor: Elias Canetti
Sinopse: Auto-de-fé é o único romance de Elias Canetti. Obra magistral, catapultou este escritor de génio forte e individual para a categoria dos principais autores europeus, ao lado de Robert Musil, Hermann Broch e Karl Kraus. Proibido pelo regime nazi aquando da sua publicação, este é hoje considerado um dos livros fundamentais da história da literatura ocidental. Auto-de-fé narra a história do professor Peter Kien: sinologo e erudito. O seu apartamento é uma imensa biblioteca onde Kien se refugia para evitar todo e qualquer contacto físico e social. O ponto de viragem da sua vida é o casamento com Therese, a sua governanta. Se Kien é um homem composto de livros, Therese é a sua contrafigura pragmática e mesquinha. Expulso da sua própria casa, Kien empreenderá uma viagem aos infernos, com final trágico e surpeendente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Auto-de-fé (Ficção Traduzida)”, de Elias Canetti, publicado pela editora Cavalo de Ferro, em 2015 e com 528 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cavalo de Ferro
Páginas: 528
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789896231422
Sobre a editora
Os livros da editora Cavalo de Ferro apresentam uma leitura marcada por narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou geográficos rigorosos, como a Islândia do início do século XX ou a selva amazônica. As histórias costumam explorar conflitos profundos — seja a luta pela independência pessoal, o confronto com regimes totalitários ou as tensões familiares em sociedades em transformação. O tom varia entre o épico e o intimista, com ritmo que pode alternar entre a tensão dramática e momentos de reflexão filosófica, sempre com uma prosa que valoriza a construção cuidadosa do ambiente e dos personagens. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam o leitor a navegar entre realismo e elementos fantásticos, além de textos que abordam temas políticos e sociais com rigor e complexidade.
