
Título: O Céu é dos Violentos
Autor: Flannery O'Connor
Sinopse: Publicado em 1960, «O céu é dos violentos» é o segundo e último romance de Flannery O’Connor. O livro narra a história de Francis Tarwater, um adolescente de 14 anos, que tenta a todo o custo escapar ao seu destino: tornar-se num profeta religioso, seguindo as pisadas do seu tio-avô. Quando este último morre, logo no início do romance, Francis renega os seus ensinamentos, põe fogo à propriedade rural onde ambos viviam e vai ao encontro do seu tio, Rayber e do filho deste, Bishop, uma criança mentalmente atrasada, cujo avô de Francis queria salvar através do baptismo. No entanto, Francis descobre que a força do destino se sobrepõe à sua nova vida secular e, através de um acto de extrema violência, reconcilia-se com a missão que lhe tinha sido traçada desde a infância pelo seu avô.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Céu é dos Violentos”, de Flannery O'Connor, publicado pela editora Cavalo de Ferro, em 2008 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cavalo de Ferro
Páginas: 240
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896230838
ISBN13: 9789896230838
Sobre a editora
Os livros da editora Cavalo de Ferro apresentam uma leitura marcada por narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou geográficos rigorosos, como a Islândia do início do século XX ou a selva amazônica. As histórias costumam explorar conflitos profundos — seja a luta pela independência pessoal, o confronto com regimes totalitários ou as tensões familiares em sociedades em transformação. O tom varia entre o épico e o intimista, com ritmo que pode alternar entre a tensão dramática e momentos de reflexão filosófica, sempre com uma prosa que valoriza a construção cuidadosa do ambiente e dos personagens. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam o leitor a navegar entre realismo e elementos fantásticos, além de textos que abordam temas políticos e sociais com rigor e complexidade.
