
Título: Auto-Subversão: Teorias Consagradas em Xeque
Autor: Albert O. Hirschman
Sinopse: O mesmo grau de abertura e incerteza requerido para o bom funcionamento das democracias parece ser também necessário à boa utilização das teorias sociológicas e econômicas. Receitas prontas extraídas de teorias com pretensões universais têm pouca probabilidade de nos ajudar na solução dos problemas práticos de cada país, de cada organização.Albert O. Hirschman não se limita, aqui, a recomendar essa atitude de saudável desconfiança em relação às teorias em geral. Aos oitenta anos, do alto de uma brilhante carreira como economista e cientista social, o autor adota essa atitude crítica com relação às teorias que ele mesmo propôs ao longo da vida, inclusive aquelas que foram fundamentais para a formação da intelectualidade brasileira.
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Auto-Subversão: Teorias Consagradas em Xeque”, de Albert O. Hirschman, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 320
Ano: 1996
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571646007
ISBN13: 9788571646001
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,388
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
