
Título: Retórica da Intransigência, A
Autor: Albert O. Hirschman
Sinopse: "A cada cataclismo no sistema político, os conservadores, em todo lugar e no Brasil, conjugam com fervoroso entusiasmo a gramática do passar o país a limpo. Porque têm certeza de que qualquer ensaio de mudança não será mesmo possível, nem terá efeitos. E sussurram que toda alteração brusca na sociedade poderá agravar mais a situação. Albert Hirschman, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, desvenda aqui a ''''cultura reacionária'''' das estratégias do imobilismo. E com grande honestidade intelectual mostra como os próprios defensores da transformação social estão enredados em mitos muito próximos de seus opositores. Uma contribuição instigante e original para o debate do presente."Paulo Sérgio Pinheiro
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Retórica da Intransigência, A”, de Albert O. Hirschman, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1992 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 152
Ano: 1992
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571641854
ISBN13: 9788571641853
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
