
Título: Banquete de Palavras, Um
Autor: Jean-François Revel
Sinopse: Que gosto tinha o vinho servido no Banquete de Platão? O que comeram os Medici de Florença quando visitaram Roma em 1513? Por que comparam o cozinheiro Antonin Carème, o maior do século passado, ao pintor Rafael? O que uma refeição reflete da história de uma civilização?Para se aproximar dos sabores e dos hábitos alimentares da Grécia Antiga, dos banquetes medievais ou da casa de um camponês espanhol no início deste século, o jornalista e crítico francês Jean-François Revel consulta todos os gourmets da história, de Apicius a Paul Bocuse. Mas não só eles. Para Revel, as grandes fontes da história da sensibilidade gastronômica são a literatura e a arte. Assim, imaginamos o aroma de um vinho ou a maneira de servir um prato numa determinada época com a ajuda de Baudelaire, Cervantes, Boccacio, Aristófanes, Michelangelo - e descobrimos que o prazer à mesa sempre foi fundamental.
Contexto da obra
Na Gastronomia, livros como este costumam ser lidos tanto com a cabeça quanto com o apetite. “Banquete de Palavras, Um”, de Jean-François Revel, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Gastronomia. Na prática, isso ajuda a entender por que obras assim podem valer tanto pelo uso quanto pelo repertório que oferecem.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 336
Ano: 1996
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571645752
ISBN13: 9788571645752
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,264
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
