
Título: Nem Marx Nem Jesus
Autor: Jean-François Revel
Sinopse: Nem todas as revoluções se fazem através de lutas armadas ou de golpes militares. Nem todas as revoluções se fazem tendo como base uma ideologia ou um líder. Nem todas as revoluções pugnam pela igualdade de sexos, idades e raças, pela igualdade econômica e educacional, pela liberdade individual e cultural sem qualquer censura moral. Jean-François Revel defende, em Nem Marx Nem Jesus, a tese de que está a nascer nos Estados Unidos a verdadeira revolução cultural, uma revolução diferente. Por alguma razão, se radicalizaram posições dos jovens perante o conservadorismo de direita e de esquerda e se agruparam em movimentos de libertação. Por isso se dá o Woodstock, por isso aparece o Women's Lib, por isso se expande o movimento hippie, nasce o movimento ecológico, luta-se pelo livre acesso às universidades, se constata o caráter nulo da "autoridade de Estado" e se recusa qualquer relação autoritária sobre a qual repousa toda a sociedade hierarquizada pela força e pelo arbítrio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nem Marx Nem Jesus”, de Jean-François Revel, publicado pela editora Artenova, em 1973 e com 241 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Artenova
Páginas: 241
Ano: 1973
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Artenova apresentam uma diversidade que vai do relato autobiográfico à ficção de suspense, com incursões frequentes por narrativas que exploram relações humanas complexas e dilemas morais. O catálogo inclui desde histórias ambientadas em contextos históricos, como o Japão medieval, até enredos urbanos e contemporâneos, com personagens que enfrentam conflitos internos e externos intensos. Há uma presença notável de obras que abordam temas delicados, como a homossexualidade em tempos passados, e outras que trazem um tom mais irônico ou ácido na análise da sociedade. O ritmo das narrativas varia bastante, com textos que podem ser mais densos e reflexivos, e outros que mantêm uma tensão constante, especialmente em tramas de mistério ou crime.
