
Título: Barefoot Gen - Volume 10: Never Give Up
Autor: Keiji Nakazawa
Sinopse: Cartoonist Keiji Nakazawa was seven years old and living in Hiroshima in the early days of August 1945 when the city was destroyed by an atomic bomb dropped by the United States. Starting a few months before that event, his ten-volume saga Barefoot Gen shows life in Japan after years of war and privations, as seen through the eyes of seven-year-old Gen Nakaoka. As Volume Ten begins, the year is 1953. Now an apprentice sign painter, Gen has become a skilled artist, while his friends run a thriving dressmaking business. Gen falls in love for the first time, but fails to notice that a good friend has been caught in the clutches of drug addiction. Heartbreak and loss await Gen as the atomic bomb continues to wreak havoc on the lives of people in Hiroshima years after the fact. Yet these tragedies also inspire Gen to make the big move to Tokyo to pursue his career as an artist.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Barefoot Gen – Volume 10: Never Give Up”, de Keiji Nakazawa, publicado pela editora Last Gasp, em 2010 e com 270 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Last Gasp
Páginas: 270
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0867196017
ISBN13: 9780867196016
Sobre a editora
Os livros da editora Last Gasp frequentemente exploram narrativas densas e impactantes, com um foco marcante em histórias que abordam as consequências humanas de eventos históricos traumáticos, como o bombardeio atômico de Hiroshima. A experiência de leitura costuma ser intensa, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais em contextos de guerra, sobrevivência e memória. Além disso, o catálogo também traz trabalhos visuais que valorizam o detalhamento artístico, seja por meio de ilustrações em grande formato ou coleções que dialogam com culturas específicas, como a japonesa. O tom varia entre o dramático e o contemplativo, com obras que podem ser mais narrativas ou outras mais focadas em imagens e ensaios visuais.
