
Título: Bebê chorão também tem opinião
Autor: Flávia Lins E Silva
Sinopse: David ou Pedro? Mas que confusão logo ao nascer! É o que descobre o recém-nascido, narrador-personagem, ao sair da barriga calminha e silenciosa da mãe. Descobre, também, que há outras pessoas na família que o amam, outros colos afetuosos. Em meio à disputa entre duas avós, uma católica e a outra judia, ficou decidido pelos pais que o nome do recém-nascido seria Pedro David. Mas esse não era o único foco de divergência entre elas. Havia uma questão mais ampla: a religião. Tem de batizar logo esse menino! – disse a vó Leda. – E o britz? E a circuncisão? – perguntou a vó Rachel. A autora encontra uma solução inteligente para resolver o conflito: o bebê manifesta seu descontentamento com um choro fortíssimo. Assim, durante a leitura, a autora põe a criança para refletir sobre seu comportamento e dos adultos à sua volta.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Bebê chorão também tem opinião”, de Flávia Lins E Silva, publicado pela editora Global Editora, em 2001 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2001
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526006568
ISBN13: 9788526006560
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
