
Título: Beth Carvalho. De Pe no Chao
Autor: Bruno Leonardo
Sinopse: De pé no chão é um disco fundamental para a história da música brasileira, a certidão de nascimento do movimento que ficou conhecido como pagode carioca. O samba, surgido no início do século XX com os bambas do Estácio, sofreu sua mais marcante transformação quando, em 1978, Beth Carvalho trouxe do subúrbio um suingue diferente para embalar seu décimo primeiro álbum. Em mais um volume da coleção O Livro do Disco, o jornalista, escritor e roteirista Leonardo Bruno narra das lendárias rodas de samba do Cacique de Ramos aos desafios das gravações em estúdio de uma obra que dividiu águas e rompeu barreiras. Pois De pé no chão, repleto de faixas antológicas como “Vou festejar”, “Goiabada cascão” e “Agoniza, mas não morre”, vai muito além de ilustrar a trajetória de Beth Carvalho. Esta é também a história do pagode como movimento cultural – que, segundo o pesquisador Nei Lopes, “tem o mesmo peso da revolução da bossa nova”. Documento precioso para quem quer entender a segunda metade do “século do samba”, o LP abriu uma porta para a reinvenção do gênero – e foi dela que saíram Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Almir Guineto e muitos outros. Depois desse disco, nunca mais se batucou do mesmo jeito.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Beth Carvalho. De Pe no Chao”, de Bruno Leonardo, publicado pela editora Cobogó, em 2022 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Cobogó
Páginas: 152
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556910805
ISBN13: 9786556910802
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 13,00
- Largura (cm): 19,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
