
Título: LUIZ ZERBINI: SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS
Autor: Tiago Mesquita
Sinopse: Luiz Zerbini: Sábados, domingos e feriados reúne pinturas feitas pelo artista ao longo da última década em viagens e momentos de lazer. Nessas obras feitas fora do ateliê, em pequenas telas que cabem nas malas de viagem, e sem retoques posteriores, lagoas, rios, vegetação, rochas e animais se apresentam recriando vestígios da transformação diária da natureza e da atividade humana. O livro é organizado pelo crítico e professor de história da arte Tiago Mesquita, que assina um ensaio para a edição, no qual analisa as “pinturinhas” de Zerbini no contexto de sua obra e da tradição de pintura de paisagem. Para Mesquita, essas pinturas “leves, multicoloridas e graciosas” encontram “maneiras de pôr as coisas reunidas umas com as outras — abusar de seus contrastes e apostar no que resta. Têm algo de um desejo pacífico de convergência.”
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “LUIZ ZERBINI: SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS”, de Tiago Mesquita, publicado pela editora Cobogó, em 2023 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Cobogó
Páginas: 224
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556911305
ISBN13: 9786556911304
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,760
- Altura (cm): 24,50
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
