
Título: Biologia do homem
Autor: Jorge Reis-Sá
Sinopse: O selo Escrituras, dentro da Coleção Ponte Velha, edição apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), publica Biologia do homem, com os poemas de Jorge Reis-Sá, do livro homônimo publicado em Portugal. Morte, angústia de pai e filho, da emoção de zelar, envolvido pela ausência, presença, pulsando lentamente os sentimentos da vida, Biologia do homem ativa sensações delicadas e viscerais, envolvidos em acontecimentos aparentemente cotidianos. Nas palavras do poeta Jorge Reis-Sá: "Dantes escrevia poemas de amor. Para viver com o amor nos poemas, sempre. Depois disseram-me que já toda a gente o fez, que nada mais havia a escrever sobre o amor. Que o amor já estava em demasiados poemas. Eu aceitei o conselho e passei a escrever poemas de morte. Escrevi muitos poemas sobre meu pai, até o dia em que percebi que a morte é sinônimo do amor, como tudo é sinônimo do amor. E voltei a escrever o que nada mais havia a dizer. Porque até o poema é sinônimo do amor".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Biologia do homem”, de Jorge Reis-Sá, publicado pela editora Escrituras, em 2005 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escrituras
Páginas: 80
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575311638
ISBN13: 9788575311639
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
