
Título: Branco: História de Uma Cor
Autor: Michel Pastoureau
Sinopse: «Continua a haver no branco algo de secreto e inacessível, simultaneamente atraente e angustiante, fascinante e paralisante, como se esta cor, ao contrário das outras, não estivesse ainda liberta de todas as suas dimensões sobrenaturais.» — Michel Pastoureau Pureza, inocência, sabedoria, paz, beleza. A maioria das ideias associadas ao branco são virtudes ou qualidades, embora a sua ambivalência possa também expressar o vazio, o medo e a angústia. A cor dos deuses e da encenação do sagrado, dos reis e da aristocracia atravessou, porém, um largo e determinante período de invisibilidade. O progresso técnico e científico, entre o final da Idade Média e o século XVII, relegou esta cor, bem como preto, à margem da nova ordem cromática, acabando por criar o seu próprio universo «preto-e-branco». Michel Pastoureau traça a longa e inquietante história do branco na Europa, da Antiguidade às sociedades contemporâneas, neste que é o seu sexto e último livro da série dedicada à história e simbólica das cores nas sociedades europeias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Branco: História de Uma Cor”, de Michel Pastoureau, publicado pela editora Orfeu Negro, em 2023 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Orfeu Negro
Páginas: 248
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9899071773
ISBN13: 9789899071773
Sobre a editora
Os livros da editora Orfeu Negro convidam a uma experiência de leitura que transita entre o olhar antropológico e a reflexão histórica, frequentemente explorando temas culturais e sociais com um tom que pode variar do irônico ao poético. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com a história das cores, a simbologia e a arte, mesclando ensaios filosóficos e históricos com narrativas ilustradas e infantis. Há uma atenção clara à construção de imagens e à representação, seja por meio de ilustrações detalhadas ou textos que discutem a relação entre arte, política e sociedade. O ritmo das obras pode ser contemplativo, como em relatos poéticos sobre a natureza, ou mais denso e reflexivo, como em diálogos sobre arte e política ou análises estéticas da imagem contemporânea.
