
Título: Brás, Bexiga e Barra Funda
Autor: António de Alcântara Machado
Sinopse: 'Brás, Bexiga e Barra Funda' é um livro de contos do autor modernista António de Alcântara Machado. A edição foi organizada com dois objetivos - recuperar o texto original, de 1927 e adulterado nas publicações feitas após a morte do autor; e, com anotações de rodapé, aproximar a obra do leitor moderno. A edição conta ainda com capa e ilustrações de Elifas Andreato e um estudo crítico de seu organizador, o pesquisador e jornalista João Valentino Alfredo. 'Brás, Bexiga e Barra Funda' foi criado inspirado nos conceitos artísticos das Vanguardas das primeiras décadas do século XX e com um olhar crítico sobre a nova ordem econômica e social brasileira, marcada pela industrialização em seus primeiros passos. No rodapé buscam ser elucidadas referências a fatos da época, logradouros e estabelecimentos da cidade, citações e referências, produtos e gírias, além da tradução das muitas passagens em italiano, que surgem em especial na fala de personagens imigrantes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Brás, Bexiga e Barra Funda”, de António de Alcântara Machado, publicado pela editora Papagaio, em 2012 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Papagaio
Páginas: 168
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588161257
ISBN13: 9788588161252
Sobre a editora
Os livros da editora Papagaio apresentam uma variedade que vai do resgate cultural à crônica social, passando por narrativas que exploram o cotidiano com olhares detalhados e por obras que dialogam com história, arte e ciência. O catálogo sugere uma atenção especial a temas brasileiros, como a culinária regional, relatos da periferia e a reflexão sobre a sociedade por meio de textos que misturam jornalismo, ensaio e literatura. A linguagem tende a ser direta, com ritmo que ora privilegia a densidade documental, ora a vivacidade de histórias pessoais e ficcionais, criando um contraste interessante entre obras mais narrativas e outras mais informativas. A Papagaio parece acolher vozes que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, com um tom que varia do crítico ao afetivo, e um interesse por formatos que vão do texto tradicional a experimentações cênicas e artísticas.
