
Título: Brasil: arquiteturas após 1950
Autor: Maria Alice Junqueira Bastos, Ruth Verde Zein
Sinopse: 'Brasil - Arquiteturas após 1950', construído cuidadosamente a quatro mãos por Maria Alice Junqueira Bastos e Ruth Verde Zein, o livro ajuda a preencher muitas lacunas na historiografia brasileira sobre o assunto, seja pela amplitude da pesquisa, que analisa obras e projetos de todos os tipos; pela verticalidade, ao descrever obras e experiências relevantes com apuro técnico; ou por situar criticamente o projeto como evento técnica e culturalmente engajado no processo político de construção de uma identidade brasileira - mas não uma identidade qualquer, senão aquela que se impõe também como protagonista de uma produção internacional. Com um repertório de obras e assuntos, transitando por corredores de apartamentos e por vias exclusivas de ônibus, analisando as propriedades técnicas e plásticas do edifício, e também sua pertinência territorial e sua atualidade como linguagem, Bastos e Zein não se intimidaram diante do tamanho da empreitada e da responsabilidade de mostrar virtudes e defeitos das várias arquiteturas brasileiras das últimas seis décadas.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Brasil: arquiteturas após 1950”, de Maria Alice Junqueira Bastos, Ruth Verde Zein, publicado pela editora Perspectiva, em 2011 e com 429 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Perspectiva
Páginas: 429
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788527308915
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
