
Título: BREVE ROMANCE DE SONHO (ED DE BOLSO)
Autor: Arthur Schnitzler
Sinopse: Mais próxima dos contos aterrorizantes de E. T. A. Hoffmann do que da teoria psicanalítica de Freud, esta pequena obra-prima do escritor vienense Arthur Schnitzler (1862-1931) é antes de mais nada uma história de horror em que o sexo acaba se revelando um jogo amoroso com a morte. Certa noite, durante uma troca de confidências, uma mulher provoca ou seduz o marido ao lhe contar uma fantasia sexual que teve no passado. Transtornado pelo ciúme, o marido, um jovem médico, sai no meio da noite para atender ao chamado de um paciente à beira da morte e se vê enredado, a partir daí, numa aventura mórbida e erótica em que a vida estará sempre por um fio. Stanley Kubrick, que se baseou nesta novela de Schnitzler para realizar o último filme de sua vida - De olhos bem fechados -, definiu Breve romance de sonho como uma história sobre o medo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “BREVE ROMANCE DE SONHO (ED DE BOLSO)”, de Arthur Schnitzler, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2008 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 112
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535913521
ISBN13: 9788535913521
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
