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Leutnant Gustl / Fräulein Else

Título: Leutnant Gustl / Fräulein Else

Autor: Arthur Schnitzler

Sinopse: Bei einem Konzert wird Leutnant Gustl von einem Bäckermeister beleidigt und beschließt, da er weder mit der "Schande" der Beleidigung leben noch sich mit einem Handwerker duellieren kann, am nächsten Tag Selbstmord zu begehen. Diese äußere Handlung der Novelle erschließt sich dem Leser ausschließlich aus den Gedanken der Hauptfigur und ihren Reaktionen auf das äußere Geschehen. Mittels dieser subjektiven Sichtweise enthüllt der Text deutlich die Absurdität des militärischen Ehrenkodex', der das Leben des Leutnants bestimmt. "Leutnant Gustl" gehört zu den ersten Werken der deutschen Literatur, in denen das Stilmittel des Inneren Monologs konsequent durchgeführt ist. Die gleiche Erzähltechnik verwendet Schnitzler in "Fräulein Else". Hier verfolgt der Leser, wie sich ein Gewissenskonflikt einer jungen Frau allmählich so weit steigert, dass er mit ihrem Tod endet.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Leutnant Gustl / Fräulein Else”, de Arthur Schnitzler, publicado pela editora Hamburger Lesehefte, em 2004 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Hamburger Lesehefte

Páginas: 96

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: alemão

ISBN: 3872912100

ISBN13: 9783872912107

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Arthur Schnitzler mergulha o leitor em atmosferas densas e íntimas, onde a tensão entre desejo e moralidade se desenrola com uma prosa precisa e envolvente. A narrativa frequentemente se desenrola em espaços fechados — cassinos, spas, quartos — onde os conflitos internos dos personagens se tornam palpáveis e perturbadores. O ritmo pode variar do lento e contemplativo ao urgente e claustrofóbico, refletindo a instabilidade emocional de figuras marcadas pela dúvida, pelo ciúme e pela angústia existencial. Há uma constante exploração da psique humana, especialmente nos dilemas amorosos, nos jogos de poder e nas máscaras sociais, que cria um efeito de proximidade quase desconfortável. Essa experiência é marcada por uma prosa que combina a frieza cirúrgica de uma análise psicológica com a intensidade dramática das situações, fazendo dos livros de Arthur Schnitzler uma imersão em conflitos humanos profundos e muitas vezes sombrios.

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