
Título: Burlador de Sevilha, O
Autor: João Gabriel de Lima
Sinopse: O Burlador de Sevilha, que não é um romance de época, faz referência direta a uma obra publicada em 1640 e escrita provavelmente pelo abade Tirso de Molina. Nela apareceu pela primeira vez a figura de Don Juan, cujo destino seria multiplicar-se em dezenas de romances, óperas, filmes e peças de teatro. João Gabriel de Lima parte de uma pergunta para falar do fascínio que o personagem continua exercendo: Como ele seria se vivesse hoje?As respostas vêm em duas tramas entrelaçadas, em que o autor segue um conquistador compulsivo pelas ruas de Sevilha enquanto expõe a relação amorosa entre uma agente de turismo e um cantor de teatro lírico. Entre ódios e devoções à ópera, resta uma narrativa saborosa que ironiza a própria literatura.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Burlador de Sevilha, O”, de João Gabriel de Lima, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 128
Ano: 2000
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571649901
ISBN13: 9788571649903
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,195
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
