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Cabanagem: o povo no poder

Título: Cabanagem: o povo no poder

Autor: Júlio José Chiavenato

Sinopse:

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cabanagem: o povo no poder”, de Júlio José Chiavenato, publicado pela editora Brasiliense, em 1984 e com 158 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Brasiliense

Páginas: 158

Ano: 1984

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Julio José Chiavenato conduz a um mergulho detalhado e crítico na história e nas estruturas sociais do Brasil e da América do Sul, com atenção especial a episódios marcantes e suas consequências. O tom é predominantemente analítico, com uma prosa que combina rigor documental e sensibilidade para revelar tensões políticas, sociais e culturais. O ritmo varia entre narrativas densas, que exigem reflexão, e relatos mais diretos e jornalísticos, que mantêm o leitor atento à complexidade dos fatos. A experiência envolve confrontar temas como violência, desigualdade, preconceito e poder, sempre com uma abordagem que busca desmistificar versões oficiais e revelar nuances pouco exploradas. Nos livros de Julio José Chiavenato, o leitor encontra uma construção cuidadosa que estimula a compreensão crítica e o questionamento sobre as raízes e os desdobramentos dos conflitos e das injustiças.

    Ver mais sobre o autor

    Sobre a editora

    Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.

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