
Título: O Negro no Brasil
Autor: Júlio José Chiavenato
Sinopse: As discussões em torno da abolição da escravidão tornam-se cada vez mais enfatizadas ao longo de todo o século XIX, principalmente por que o Brasil insistia em manter mão-de-obra escrava, o que não era bem visto em suas relações internacionais. Entretanto, a maioria dos abolicionistas fazia parte do pequeno grupo que dirigia o país – política, social e economicamente – preocupava-se mais com o novo sistema de trabalho livre do que com o destino do ex-escravo, e como seria sua inserção nessa nova realidade. Segundo Júlio José Chiavenato, nos pronunciamentos de José Bonifácio de Andrade e Silva a Joaquim Nabuco, passando por representantes típicos das oligarquias, havia a preocupação com o novo modo de produção e nenhum plano para o aproveitamento do negro no sistema de trabalho livre. Além disso, os abolicionistas eram simpáticos as elaboradas teorias sobre a inferioridade do negro, já que viviam num ambiente cada vez mais secularizado. A inspiração lhes vinha da ciência, em especial das teorias científicas de raça, as quais fundamentavam a sua exposição do erro da escravidão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Negro no Brasil”, de Júlio José Chiavenato, publicado pela editora BRASILIENSE, em 1999 e com 202 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: BRASILIENSE
Páginas: 202
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8516023923
ISBN13: 9788516023928
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
