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CADERNO DE FARÓIS

Título: CADERNO DE FARÓIS

Autor: Jazmina Barrera

Sinopse: O ser humano é dado a coleções. Objetos, imagens, experiências, memórias. Neste caderno, Jazmina Barrera coleciona faróis — os reais, os da literatura, os da música, os que idealiza. E neste mesmo Caderno de faróis, sua paixão de colecionadora “fervorosa, porém domesticada” se transforma em canhões de luz camuflados de ensaios, crônicas e relatos de viagens. Canhões que iluminam e auxiliam no resgate de memórias históricas e pessoais, dão foco à nostalgia e indicam um caminho aos viajantes, por terra, pelos mares e para o que está no âmago do ser. Dos Estados Unidos à Espanha, de Homero a Virginia Woolf, os faróis visitados — colecionados — por Jazmina em seu caderno são como marcos de uma experiência intimista de busca, descobertas e (auto)conhecimento, experiência esta que transcende as páginas para alcançar quem as lê na calmaria da terra firme ou na tormenta dos mares revoltos da vida.

Contexto da obra

Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “CADERNO DE FARÓIS”, de Jazmina Barrera, publicado pela editora Moinhos, em 2024 e com 116 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.

Editora: Moinhos

Páginas: 116

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6556811645

ISBN13: 9786556811642

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,270
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,65

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.

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