
Título: Cadernos da Casa Morta
Autor: Fiódor Dostoiévski
Sinopse: Traduzido directamente a partir do russo pelos vencedores do 'Grande Prémio de Tradução Literária APT/Pen Clube Português', Nina Guerra e Filipe Guerra, a Presença publica mais um clássico de Dostoiévski. Cadernos da Casa Morta foi inicialmente publicado entre 1860 e 1862 e reflecte uma realidade quase dantesca, onde presos políticos, prisioneiros de guerra e presos de delito comum, vivem lado-a-lado com homens que perpetraram crimes hediondos. É um mundo “absolutamente à parte”, uma micro-sociedade com regras próprias onde o quotidiano se reparte entre os trabalhos forçados, os castigos sádicos, a miséria, o mercado negro, o álcool e os pequenos expedientes de que os prisioneiros se servem não só para sobreviverem, mas para usufruirem da ilusão de fugazes momentos de liberdade. Privado de livros e papel, Dostoiévski redige as suas notas em materiais que consegue recolher e que lhe permitem registar apontamentos de um realismo impressionante, a par das suas reflexões pessoais sobre a natureza humana. Escrito em tom confessional, sóbrio e directo, este relato fica, para quem o lê, como um grandioso hino à vida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cadernos da Casa Morta”, de Fiódor Dostoiévski, publicado pela editora Editorial Presença, em 2003 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Presença
Páginas: 288
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722329979
ISBN13: 9789722329972
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Presença convidam o leitor a percorrer mundos variados, onde a fantasia se mistura com a realidade histórica e emocional. A experiência de leitura é marcada por narrativas que exploram relações humanas profundas, desde laços familiares e amizades até dilemas existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou universos paralelos. O catálogo apresenta obras que transitam entre o tom reflexivo e o suspense, ora com humor sutil, ora com uma tensão crescente, sempre com personagens que enfrentam desafios internos e externos. Essa diversidade sugere uma preferência por histórias que equilibram emoção, mistério e uma certa densidade narrativa, sem abrir mão da acessibilidade.
