
Título: Cadernos de Viagem
Autor: RUBENS MATUCK
Sinopse: Olhar os cadernos de viagens de Rubens Matuck, suas formas, os peixes embaixo d'água, a vida movediça, é de certa forma uma volta à descoberta do Brasil. Não à descoberta como dominação, mas à descoberta feita pela sensibilidade artística e o conhecimento científico. A descoberta feita por gente que esperava ver algumas coisas e viu outras, como os viajantes que vieram, olharam e registraram um país que era de longe muito mais surpreendente do que antecipadamente imaginaram. A descoberta pela surpresa, mas também pela busca persistente em viagens que contornaram o Brasil de norte a sul, mergulhando num universo em que a natureza e seus elementos são os principais personagens.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Cadernos de Viagem”, de RUBENS MATUCK, publicado pela editora EDITORA TERCEIRO NOME, em 2003 e com 92 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: EDITORA TERCEIRO NOME
Páginas: 92
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8587556274
ISBN13: 9788587556271
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Terceiro Nome convidam o leitor a um mergulho em narrativas que exploram o Brasil em suas múltiplas dimensões, da cultura regional às trajetórias individuais. O catálogo privilegia abordagens que mesclam ensaio, história e literatura, com um olhar atento a personagens reais e contextos sociais complexos. A linguagem costuma variar entre o didático e o mais narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a textos que trazem um tom mais intimista e até poético. O leitor encontra também temas que discutem questões sociais contemporâneas, como o impacto das drogas e a marginalização, sempre com um enfoque que privilegia a análise e a reflexão. Essa diversidade sugere uma editora que não se limita a um único gênero, mas mantém uma coerência na escolha de temas que dialogam com a cultura e a memória brasileiras.
