
Título: Caminho da Liberdade - Freedom Line
Autor: PETER EISNER
Sinopse: Em 'O nariz do morto', publicado originalmente em 1970, Villaça apresenta as memórias de um niilismo trágico. Em seu livro de estréia, o autor fala da crise existencial que o levou a passar anos em um mosteiro, criando um texto marcado pela angústia, mas cheio de lirismo. Mais do que a história de uma alma, trata da história de um corpo. Por entre as páginas, caridade e rancor. Um rancor flaubertiano, insinuado em alguns dos melhores retratos dos homens com quem conviveu e debateu Villaça. E sobretudo no principal personagem de um livro povoado por numerosas e grandes presenças dramáticas, o próprio Villaça, vestido de Lelento e depois de Segismundo, lanhado de perguntas e perplexidades, por quem é pequena a compaixão do autor.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Caminho da Liberdade – Freedom Line”, de PETER EISNER, publicado pela editora ZAHAR, em 2008 e com 107 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: ZAHAR
Páginas: 107
Ano: 2008
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571108463
ISBN13: 9788571108462
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
