
Título: Caminhos de Kiarostami
Autor: Jean-Claude Bernardet
Sinopse: Caminhos de Kiarostami analisa as características estilísticas da obra do cineasta iraniano, um dos expoentes da cinematografia contemporânea. Baseando-se em inúmeros depoimentos do diretor e em filmes como Vida e nada mais, Close up, O gosto da cereja e Dez, Jean-Claude Bernardet reflete sobre o cinema de Abbas Kiarostami, com sua linguagem decididamente não narrativa e suas ficções com jeito de documentário. Mas a questão analisada não é a relação entre ficção e documentário, e sim o princípio da incerteza que rege a obra do cineasta: em decorrência desse recurso autoral, o espectador nunca sabe exatamente a que está assistindo.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Caminhos de Kiarostami”, de Jean-Claude Bernardet, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 168
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535905715
ISBN13: 9788535905717
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,243
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
