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Can Education Change Society?

Título: Can Education Change Society?

Autor: Michael W. Apple

Sinopse: Despite the vast differences between the Right and the Left over the role of education in the production of inequality one common element both sides share is a sense that education can and should do something about society, to either restore what is being lost or radically alter what is there now. The question was perhaps put most succinctly by the radical educator George Counts in 1932 when he asked "Dare the School Build a New Social Order?", challenging entire generations of educators to participate in, actually to lead, the reconstruction of society. Over 70 years later, celebrated educator, author and activist Michael Apple revisits Counts' now iconic works, compares them to the equally powerful voices of minoritized people, and again asks the seemingly simply question of whether education truly has the power to change society. In this groundbreaking work, Apple pushes educators toward a more substantial understanding of what schools do and what we can do to challenge the relations of dominance and subordination in the larger society. This touchstone volume is both provocative and honest about the ideological and economic conditions that groups in society are facing and is certain to become another classic in the canon of Apple's work and the literature on education more generally.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Can Education Change Society?”, de Michael W. Apple, publicado pela editora Routledge, em 2013 e com 187 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Routledge

Páginas: 187

Ano: 2013

Edição: 1

Linguagem: inglês

ISBN: 0415875323

ISBN13: 9780415875325

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Michael W. Apple traz uma imersão densa e crítica nas relações entre educação, poder e sociedade. O tom é firme e engajado, com um ritmo que alterna entre análise detalhada e provocações diretas ao leitor, especialmente educadores e interessados em políticas educacionais. A tensão se constrói a partir da exposição das desigualdades estruturais e da forma como o currículo escolar reproduz essas dinâmicas. O foco é intelectual, mas não distante: há um convite constante à reflexão sobre o papel transformador da escola e dos educadores diante de forças políticas e econômicas que tendem a subordinar grupos sociais. Essa experiência de leitura estimula o questionamento sobre o que é possível fazer para desafiar estruturas dominantes, com uma prosa que combina rigor analítico e clareza discursiva.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.

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