
Título: Política Cultural e Educação
Autor: Michael W. Apple
Sinopse: Ler sobre o conhecimento oficial e o currículo nacional nos leva a pensar em Parâmetros Curriculares Nacionais, nos provões, nas "parcerias" escola-empresa, chegando à pergunta desafiadora - quem se beneficia?... e da crítica radical, somos convidados à auto-crítica, pois sendo honestos conosco mesmos, temos de nos perguntar se isto tem de ser desta forma? Isso porque, levando a economia a sério, se chega a compreender as consequências sociais do projeto liberal hegemônico no universo do emprego e renda, as razões de desemprego no Brasil, a pauperização da classe média, a violência, as drogas, o problema das FEBEMs, os massacres. E embora, compreendido que nem tudo é local, se chaga com o autor à nossa responsabilidade social e e de educadores, quando ele fecha o livro nos cobrando e se cobrando que, afinal, nós estamos falando sobre as vidas e o futuro de nossas crianças. Regina Leite Garcia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Política Cultural e Educação”, de Michael W. Apple, publicado pela editora Cortez Editora, em 2000 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cortez Editora
Páginas: 216
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8524907312
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez Editora oferecem um mergulho denso e reflexivo no campo da educação, das ciências sociais e das políticas públicas. A leitura costuma ser marcada por um tom analítico e crítico, com foco em temas como filosofia da educação, políticas educacionais, sociologia da infância e história da educação. A maior parte das obras privilegia abordagens teórico-metodológicas rigorosas, mas com linguagem que pode variar entre o didático e o quase coloquial, especialmente quando voltadas a professores e profissionais da educação. O catálogo indica uma preocupação constante com a interdisciplinaridade, destacando diálogos entre educação, psicologia, sociologia e filosofia, e também com o contexto histórico e político brasileiro. Há obras que exploram desde análises de políticas públicas até relatos de experiências práticas em escolas, revelando um equilíbrio entre reflexão crítica e aplicação concreta.
