
Título: Cancao da Tarde no Campo
Autor: Cecília Meireles
Sinopse: A leitura de Canção da tarde no campo representa a possibilidade de um grande encontro com o lirismo da poesia de Cecília Meireles, considerado pelos críticos como o mais elevado da literatura brasileira contemporânea. Altamente técnica, embora seus versos demonstrem uma simplicidade quase que popular e desenhem imagens sensoriais fortes e musicais. Caminho do campo verde,/ estrada depois de estrada./ Cercas de flores, palmeiras,/ serra azul, água calada./ Eu ando sozinha/ no meio do vale./ Mas a tarde é minha. Em sua 4ª edição, o obra traz um projeto gráfico colorido e criativo. Com ilustrações de Ellen Pestili, Canção da tarde no campo, renovado, vem carregado de toda a sublimidade de Cecília.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Cancao da Tarde no Campo”, de Cecília Meireles, publicado pela editora Global Editora, em 2013 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2013
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526018523
ISBN13: 9788526018525
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
