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Capitalism and the Death Drive

Título: Capitalism and the Death Drive

Autor: Byung-Chul Han

Sinopse: What we call growth today is in fact a tumorous growth, a cancerous proliferation which is disrupting the social organism. These tumours endlessly metastasize and grow with an inexplicable, deadly vitality. At a certain point this growth is no longer productive, but rather destructive. Capitalism passed this point long ago. Its destructive forces cause not only ecological and social catastrophes but also mental collapse. The destructive compulsion to perform combines self-affirmation and self-destruction in one. We optimize ourselves to death. Brutal competition ends in destruction. It produces an emotional coldness and indifference towards others as well as towards ones own self. The devastating consequences of capitalism suggest that a death drive is at work. Freud initially introduced the death drive hesitantly, but later admitted that he couldnt think beyond it as the idea of the death drive became increasingly central to his thought. Today, it is impossible to think about capitalism without considering the death drive.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Capitalism and the Death Drive”, de Byung-Chul Han, publicado pela editora John Wiley & Sons, em 2021 e com 135 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: John Wiley & Sons

Páginas: 135

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: eng

ISBN: 1509545026

ISBN13: 9781509545025

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Byung-Chul Han propõe um mergulho em reflexões densas e críticas sobre a sociedade contemporânea, marcada por tensões entre positividade e exaustão. A prosa é precisa e filosófica, mas acessível, oferecendo um ritmo que alterna entre o rigor conceitual e a clareza, sem se perder em abstrações vazias. O tom é ao mesmo tempo analítico e inquietante, convidando o leitor a questionar as dinâmicas do poder, da comunicação e da subjetividade na era digital. Há uma constante sensação de urgência intelectual, que não se traduz em respostas fáceis, mas em provocações sobre o esgotamento emocional e a crise da comunidade. Essa experiência de leitura estimula a contemplação crítica, especialmente sobre temas como a vigilância, a positividade coercitiva e a perda do outro.

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