
Título: Capitalismo Dependente e Relações de Poder no Brasil. 1889-1930
Autor: Arruda Fassoni
Sinopse: A teoria do imperialismo formulada por Lenin, em 1916, é um dos principais referenciais de análise. A primeira parte do livro é inteiramente voltada para o estudo do imperialismo e para as mudanças provocadas nos países de capitalismo avançado na virada do século 19 para o século 20 em seus diversos aspectos econômicos, sociais e políticos. Após este estudo, o autor busca estabelecer os nexos de causalidade entre a ofensiva imperialista e o desenvolvimento do capitalismo no Brasil.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Capitalismo Dependente e Relações de Poder no Brasil. 1889-1930”, de Arruda Fassoni, publicado pela editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, em 2012 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Páginas: 384
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577431983
ISBN13: 9788577431984
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,480
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR revela um foco consistente na análise crítica das relações sociais e políticas, especialmente no contexto brasileiro. As obras frequentemente abordam temas como luta de classes, movimentos sociais, diversidade sexual e de gênero, além de questões agrárias e urbanas, sempre com uma perspectiva que parte da realidade concreta para discutir transformações históricas e sociais. O tom das narrativas tende a ser denso, com um ritmo que privilegia a reflexão e o debate, permeado por um olhar militante e comprometido com a compreensão das estruturas de poder. O catálogo inclui textos que vão do relato histórico à análise teórica, passando por registros de experiências coletivas e debates políticos, o que sugere uma diversidade interna entre obras mais narrativas e outras mais informativas.
